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Polícia faz operação contra grupo suspeito de comprar e vender ouro de origem ilegal em SP e MT

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28 de Agosto de 2026 às 12:51
2 min de leitura
Polícia faz operação contra grupo suspeito de comprar e vender ouro de origem ilegal em SP e MT

Polícia faz operação contra grupo suspeito de comprar e vender ouro de origem ilegal em SP e MT Polícia Federal/Divulgação A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira (28) mandados contra uma organização criminosa suspeita de comprar e vender ouro de origem ilícita. A ação tem alvos em São José do Rio Preto (SP) e Mirassolândia (SP), além de Poconé (MT), onde, segundo a investigação, o grupo adquiria o minério. De acordo com a polícia, são cumpridos três mandados de busca e apreensão em Rio Preto e um em Mirassolândia (SP). Ao todo, a Justiça Federal expediu 22 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Agora no g1 A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia Federal de Cáceres (MT). Segundo a polícia, as investigações identificaram a negociação de aproximadamente 17,3 quilos de ouro e a movimentação de mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas. Os investigados podem responder pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa. As buscas têm como objetivo localizar e apreender ouro, dinheiro, documentos e aparelhos eletrônicos que possam ajudar a esclarecer a atuação do grupo e identificar outros envolvidos. PF faz operação contra grupo suspeito de comprar e vender ouro de origem ilegal em Rio Preto e Mirassolândia (SP) Policia Federal/Divulgação Como funcionava o esquema O esquema começava em Poconé (MT), onde o ouro seria adquirido de fornecedores ligados à atividade garimpeira ilegal. Os pagamentos eram feitos pelo núcleo financeiro da organização, inclusive com o uso de contas bancárias de terceiros. Depois da aquisição, o ouro era transportado até Rio Preto, onde, conforme a PF, era recebido em um galpão e, depois, comercializado. A Polícia Federal também identificou mecanismos que teriam sido utilizados para ocultar e dissimular os valores obtidos com a atividade. Entre eles estão o uso de contas de terceiros, pessoas jurídicas e empresas do setor de pagamentos digitais. Parte do dinheiro, segundo a PF, era posteriormente pulverizada por meio de transferências eletrônicas e saques de grandes quantias em espécie, o que dificultaria o rastreamento da origem e dos beneficiários. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
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